Canarios Valter Marques
Sábado, 5 de Março de 2011
Sexta-feira, 4 de Março de 2011
Quarta-feira, 16 de Fevereiro de 2011
Domingo, 13 de Fevereiro de 2011
Quarta-feira, 5 de Janeiro de 2011
Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011
Sexta-feira, 26 de Novembro de 2010
Ficus Benjamina

Olá, hoje vou falar-vos um pouco desta planta.
Esta planta é indispensável para um canaril ou aviários, pois tem o poder de depurar 0 ar.
Investigações recentes têm comprovado que a utilização destas plantas é um forte aliado para a saúde dos passáros e também para nós, visto o tempo que passamos com elas.
Aloe Vera
Aloe vera

A planta Aloe Vera tem sido utilizada desde muito tempo pelos antigos com fins terapêuticos.O nome da planta Aloe, provêm do árabe " alloeh", que significa amargo. A Aloe Vera é considerado como um dos grandes regeneradores de células naturais da natureza, é utilizado geralmente nos problemas da pele.
Usar nas feridas causadas pelas grades, escamas nas patas.
Como usar: Cortar um bocado da Aloe e passar na ferida da ave, repetir pelo menos 7 dias.
Preparação para a criação
Vem ai a época de criação e todos os criadores se preocupam com a preparação dos seus reprodutores. Neste aspecto tenho que dar a mão à palmatória, pois durante muitos anos fiz a preparação ministrando anti-bióticos que considerava serem preventivos em relação a determinadas doenças. Hoje reconheço que todos os criadores, que tantas vezes contrariei, que defendem a não utilização de anti-bióticos como preventivos tinham toda a razão. Desde que deixei de intoxicar as aves comecei a obter muito melhores resultado e a ter aves mais saudáveis. Penso que este sucesso se deve em grande parte à alimentação, principalmente das fêmeas. Durante a muda e até à aproximação da reprodução, tenho as aves em espaços grandes, onde podem voar livremente e banharem-se. Neste período a alimentação é feita à base de sementes e verduras com um complemento de proteína animal. Dado o esforço que as aves têm durante a muda, regularmente administro um complexo vitamínico que seja rico em aminoácidos (essenciais para a renovação das penas). Quando de aproxima a reprodução retiro os machos das voadoras e coloco-os em gaiolas isolados, com uma alimentação normal, onde desenvolvem o cio. As fêmeas requerem mais atenção, mudando-as para voadoras mais pequenas, onde permanecem juntas. A sua alimentação é diferente pois têm de ser preparadas para a função de formação e postura dos ovos. Embora as sementes sejam a base dessa alimentação, não podem ser esquecidas as necessidades de cálcio, fósforo e proteínas, dando uma a duas vezes por semana papa, o que vou aumentando à medida que se aproxima a reprodução. Por vezes as coisas simples são as mais eficazes e naturalmente temos tendência a complicar pois queremos fazer tudo pensando que é o melhor.
Selecção de casais
Após a preparação vem a tarefa mais difícil, pois todo o sucesso da temporada depende daquilo que vamos fazer, o objecto fundamental que nos move que é a criação, a reprodução de canários. Todo o tempo que gastamos vendo pássaros em concursos ou em lojas, ou mesmo em casa de criadores é sem margem para dúvidas uma grande mais valia e pode evitar que depois de vários anos de criação se chegue à conclusão de que andámos a perder tempo. Se o criador tem apenas como objectivo fazer com que os seus filhos vejam como criam as aves, qualquer casal serve para esse fim desde que sejam capazes de criar, basta que gostem das aves. Mas se o desejo é obter alguma qualidade, é necessário fazer um trabalho mais sério. A selecção de casais é pois o momento mais importante da criação, deve ser realizada de uma forma consciente e ponderada de acordo com aquilo que pretendemos fazer. Devemos seleccionar os nossos progenitores previamente, sacrificando as exposições, bem como adquirir as aves que pensamos serem suficientes para equilibrar o plantel. As aves escolhidas devem ser sempre com aspecto saudável, bastante vivos, com olhos brilhantes e que tenham movimentos ágeis e rápidos. A plumagem também é fundamental devendo ser brilhante, sedosa, bem distribuída e apertada contra o corpo. Não podemos esquecer que as fezes mostram o estado de saúde da ave, pois devem ser secas, com uma parte negra que é o excremento e outra branca que é a urina concentrada. Nos Lizard, escolher as aves para acasalar, é uma verdadeira complexidade dadas as características que estão em jogo e a diversidade de variáveis que cada ave apresenta, correspondendo a um Standard perfeitamente clássico. É um canário que desafia as leis da genética. È pois necessário combinar a plumagem, intensos com nevados, a calota, nunca associar duas aves de calota perfeita, os desenhos das costas, as SPANGLES, o desenho do peito, as ROWINGS, bem como a transmissão genética da oxidação das aves, para além de outras características que são também importantes. Nos Arlequins a tarefa não é menos difícil, sendo uma ave que necessita ainda de se afirmar na ornitologia. É necessário seleccionar as aves que nos garantem uma progressão futura, por isso o porte da ave é, na minha opinião, fundamental. Devemos escolher as aves esguias com estrutura óssea que permita a posição que se pretende, o tamanho da canela é uma referência importante, e costas rectas que acompanhem a cauda. Devemos também procurar obter aves variegadas, sendo comum associar uma ave mais melânica com uma mais lipocromática. Neste aspecto tenho verificado que os criadores de Arlequim esquecem um pormenor extremamente importante, que se reflecte nas aves vistas em exposições recentes. Não se pode, simplesmente, juntar aves mais escuras com aves mais claras, é necessário também considerar que se deve juntar uma ave mais intensa com uma ave mais nevada, tal como se faz noutras raças, para que os resultados mostrem plumagens aderentes ao corpo.
RETENÇÃO DO OVO (ovo atravessado)
Esta situação é também conhecida como “ovo atravessado”, embora de uma forma errada, pois apenas revela que a fêmea não consegue pôr o ovo.
Normalmente a sua origem é uma insuficiente calcificação da casca, originando a existência de um ovo mole, que absorve as contracções que a fêmea faz, provocando não o conseguir fazer avançar até ser expelido.
Outra situação que poderá conduzir a esta ocorrência, passa-se quando, estando o ovo com a casca bem calcificada, as contracções provocadas pela fêmea são débeis, não sendo suficientes para fazer avançar o ovo, e provocando a sua retenção.
Nestes dois casos parece haver uma mesma causa, que é um estado deficitário ou carenciado na dieta da fêmea, o que não aconteceria se estivesse bem alimentada.
Se esta é a causa da grande quantidade dos casos, também é importante referir que a origem pode também estar numa infecção do aparelho genital.
Seja qual for a origem é sempre uma situação grave e pode acontecer em qualquer momento da postura, mesmo após o primeiro ovo, sem se ter manifestado antes.
Esta situação revela-se quando, na rotina diária de troca de ovos, reparamos que não há um novo ovo e verificamos que a fêmea, no ninho, no poleiro ou no chão, se apresenta embolada e com uma respiração ofegante e rápida. Por vezes, principalmente quando as fêmeas já não são novas, simplesmente foi interrompida a postura e não é caso para alarme, mas convém verificar sempre se não apresenta os sintomas descritos anteriormente.
O procedimento correcto, quando deparamos com a situação de retenção do ovo, é pegar na fêmea e inspeccionar o ventre, que provavelmente está avermelhado e congestionado, notando-se a saliência correspondente ao espaço do ovo.
Neste caso deve ser feita a lubrificação e dilatação da cloaca da ave, inserindo um palito envolto em algodão, ou um cotonete, que à falta de melhor pode ser embebido em azeite para fazer a lubrificação, movendo-o suavemente em sentido circular.
Esta massagem pode fazer com que as contracções regressem o que faz com que a fêmea expulse o ovo.
Se mesmo assim não há contracções é necessário expor a ave a um banho de vapor. Para executar esta possibilidade basta ter um recipiente com água bastante quente, para libertar vapor, e por exemplo tapar com um funil, de forma a fazer com que o vapor saia concentrado numa direcção, mantendo, por cima, a fêmea na mão, com a cauda entre os dedos, de forma a que o abdómen receba o vapor. É necessário garantir que a temperatura seja adequada sem queimar a ave, o que pode comprovar sujeitando a outra mão ao vapor, apercebendo-se assim da temperatura deste e não deve sujeitar a ave a este banho por mais de quatro minutos. Há também quem sujeite as aves ao jorro de água fria tentando provocar assim uma reacção de novas contracções.
Após esta operação a fêmea deve ser colocada numa jaula pequena, com um pano no chão para que o ovo não se quebre se esta o expulsar. Se a fêmea não estava muito congestionada expulsa de imediato o ovo, o que até poderá ocorrer na mão durante o banho de vapor, assim como uma violenta defecação de excrementos.
Se nenhuma destas operações resultaram só resta perfurar o ovo para o extrair.
Nesta situação dobre um arame fino e rígido em U e desinfecte-o expondo-o a uma chama e passando-o depois por álcool. Pegue na fêmea com a cabeça virada para si, para que com a mesma mão possa pressionar lateralmente o abdómen e por baixo do ovo para que este se projecte até à cloaca que se dilatará pela pressão. Se a abertura do canal condutor dos ovos coincide com a cloaca, dilate-a com a ajuda da asa do arame com movimentos suaves e circulares. Quando vir o ovo, este deve ser perfurado com as pontas do arame e esvazie-o com cuidado. Se o ovo for mole pode extrai-lo completamente com os dedos ou com um pinça. Se o ovo está bem calcificado, ao perfura-lo, se tentar a extracção total, há o risco dos bocados de casca poderem rasgar o aparelho da fêmea. É melhor deixar a ave tranquila pois os restos calcários são reabsorvidos pelo organismo permitindo uma recuperação completa e rápida.
No momento em que se perfura o ovo é normal haver um relaxamento instantâneo da fêmea pois alivia uma pressão a que estava sujeita.
Terminada esta operação deve ser lavada a cloaca com algodão e água limpa, bem como se for possível aplicar uma pomada das que se utilizam em oftalmologia.
Tudo isto é um procedimento que só deverá ser seguido se não houver possibilidade de recorrer a um veterinário o que é sempre a melhor solução.
Normalmente a sua origem é uma insuficiente calcificação da casca, originando a existência de um ovo mole, que absorve as contracções que a fêmea faz, provocando não o conseguir fazer avançar até ser expelido.
Outra situação que poderá conduzir a esta ocorrência, passa-se quando, estando o ovo com a casca bem calcificada, as contracções provocadas pela fêmea são débeis, não sendo suficientes para fazer avançar o ovo, e provocando a sua retenção.
Nestes dois casos parece haver uma mesma causa, que é um estado deficitário ou carenciado na dieta da fêmea, o que não aconteceria se estivesse bem alimentada.
Se esta é a causa da grande quantidade dos casos, também é importante referir que a origem pode também estar numa infecção do aparelho genital.
Seja qual for a origem é sempre uma situação grave e pode acontecer em qualquer momento da postura, mesmo após o primeiro ovo, sem se ter manifestado antes.
Esta situação revela-se quando, na rotina diária de troca de ovos, reparamos que não há um novo ovo e verificamos que a fêmea, no ninho, no poleiro ou no chão, se apresenta embolada e com uma respiração ofegante e rápida. Por vezes, principalmente quando as fêmeas já não são novas, simplesmente foi interrompida a postura e não é caso para alarme, mas convém verificar sempre se não apresenta os sintomas descritos anteriormente.
O procedimento correcto, quando deparamos com a situação de retenção do ovo, é pegar na fêmea e inspeccionar o ventre, que provavelmente está avermelhado e congestionado, notando-se a saliência correspondente ao espaço do ovo.
Neste caso deve ser feita a lubrificação e dilatação da cloaca da ave, inserindo um palito envolto em algodão, ou um cotonete, que à falta de melhor pode ser embebido em azeite para fazer a lubrificação, movendo-o suavemente em sentido circular.
Esta massagem pode fazer com que as contracções regressem o que faz com que a fêmea expulse o ovo.
Se mesmo assim não há contracções é necessário expor a ave a um banho de vapor. Para executar esta possibilidade basta ter um recipiente com água bastante quente, para libertar vapor, e por exemplo tapar com um funil, de forma a fazer com que o vapor saia concentrado numa direcção, mantendo, por cima, a fêmea na mão, com a cauda entre os dedos, de forma a que o abdómen receba o vapor. É necessário garantir que a temperatura seja adequada sem queimar a ave, o que pode comprovar sujeitando a outra mão ao vapor, apercebendo-se assim da temperatura deste e não deve sujeitar a ave a este banho por mais de quatro minutos. Há também quem sujeite as aves ao jorro de água fria tentando provocar assim uma reacção de novas contracções.
Após esta operação a fêmea deve ser colocada numa jaula pequena, com um pano no chão para que o ovo não se quebre se esta o expulsar. Se a fêmea não estava muito congestionada expulsa de imediato o ovo, o que até poderá ocorrer na mão durante o banho de vapor, assim como uma violenta defecação de excrementos.
Se nenhuma destas operações resultaram só resta perfurar o ovo para o extrair.
Nesta situação dobre um arame fino e rígido em U e desinfecte-o expondo-o a uma chama e passando-o depois por álcool. Pegue na fêmea com a cabeça virada para si, para que com a mesma mão possa pressionar lateralmente o abdómen e por baixo do ovo para que este se projecte até à cloaca que se dilatará pela pressão. Se a abertura do canal condutor dos ovos coincide com a cloaca, dilate-a com a ajuda da asa do arame com movimentos suaves e circulares. Quando vir o ovo, este deve ser perfurado com as pontas do arame e esvazie-o com cuidado. Se o ovo for mole pode extrai-lo completamente com os dedos ou com um pinça. Se o ovo está bem calcificado, ao perfura-lo, se tentar a extracção total, há o risco dos bocados de casca poderem rasgar o aparelho da fêmea. É melhor deixar a ave tranquila pois os restos calcários são reabsorvidos pelo organismo permitindo uma recuperação completa e rápida.
No momento em que se perfura o ovo é normal haver um relaxamento instantâneo da fêmea pois alivia uma pressão a que estava sujeita.
Terminada esta operação deve ser lavada a cloaca com algodão e água limpa, bem como se for possível aplicar uma pomada das que se utilizam em oftalmologia.
Tudo isto é um procedimento que só deverá ser seguido se não houver possibilidade de recorrer a um veterinário o que é sempre a melhor solução.
ARLEQUIM QUE FUTURO
O Canário Arlequim Português foi finalmente homologado pela C.O.M. a 18 de Janeiro de 2010, para gáudio dos portugueses de uma forma geral e em particular dos criadores desta belíssima raça de canários. No entanto apenas foi ganha uma batalha e a “guerra” está aí para ser ganha também. Quero com isto dizer que os criadores destas aves têm uma responsabilidade acrescida, na medida em que é necessário mostrar a ave ao mundo, fazendo-a evoluir, já que o trabalho não acabou aqui. É absolutamente importante que os criadores de Arlequim mostrem todo o empenho que tiveram até aqui, continuando um trabalho que é ainda árduo. Há ainda muito a fazer pela raça, portanto a selecção, os cruzamentos planeados, a procura das características do Standard e principalmente aquilo que a distingue das outras raças, devem ser a meta do percurso que aí vem, em busca da perfeição e da nossa satisfação pessoal.
No entanto muitas outras coisas poderão acontecer. O número de criadores irá aumentar, e a estes é necessário prestar a ajuda mais correcta. O objectivo deverá ser dirigido para que estes novos criadores sejam conduzidos pelo caminho mais correcto. O sucesso deles será também o nosso. Claro que tudo isto pode ser profanado, basta que uma nova euforia comercial, tal como aconteceu após a primeira aprovação nacional, em 1999, tenha novamente início. Quanto a isso não tenho dúvidas e sei que alguns criadores começarão a criar este canário apenas com o objectivo de ganhar umas “moedazitas”, bem como outros que já criam sejam tentados a enveredar pelo mesmo caminho. Tanto uns como os outros depressa se afastarão, assim como já aconteceu no passado, porque por um lado não gostam realmente da ave e desistem, por outro depressa se aperceberão que para conseguir uma ave de qualidade, no mesmo ninho ou nos do lado, aparecerão várias com qualidade inferior que não rentabilizarão o objectivo que os movia. De qualquer forma, quando isto acontecer já um grande mal estará feito. Muitas aves sem qualidade ou mesmo aves que não são Arlequins estarão difundidas pelas casas dos mais distraídos ou dos criadores menos experientes que na sua boa fé acabarão por comprar “gato por lebre”.
É competência nossa, criadores de Arlequins, prestar o melhor aconselhamento aos que irão começar, evitando que a raça não seja violada e procurando que, ano após ano, a qualidade das exposições seja cada vez melhor.
É pois necessário elevar o Arlequim Português ao esplendor nesta nova travessia que agora iniciou.
No entanto muitas outras coisas poderão acontecer. O número de criadores irá aumentar, e a estes é necessário prestar a ajuda mais correcta. O objectivo deverá ser dirigido para que estes novos criadores sejam conduzidos pelo caminho mais correcto. O sucesso deles será também o nosso. Claro que tudo isto pode ser profanado, basta que uma nova euforia comercial, tal como aconteceu após a primeira aprovação nacional, em 1999, tenha novamente início. Quanto a isso não tenho dúvidas e sei que alguns criadores começarão a criar este canário apenas com o objectivo de ganhar umas “moedazitas”, bem como outros que já criam sejam tentados a enveredar pelo mesmo caminho. Tanto uns como os outros depressa se afastarão, assim como já aconteceu no passado, porque por um lado não gostam realmente da ave e desistem, por outro depressa se aperceberão que para conseguir uma ave de qualidade, no mesmo ninho ou nos do lado, aparecerão várias com qualidade inferior que não rentabilizarão o objectivo que os movia. De qualquer forma, quando isto acontecer já um grande mal estará feito. Muitas aves sem qualidade ou mesmo aves que não são Arlequins estarão difundidas pelas casas dos mais distraídos ou dos criadores menos experientes que na sua boa fé acabarão por comprar “gato por lebre”.
É competência nossa, criadores de Arlequins, prestar o melhor aconselhamento aos que irão começar, evitando que a raça não seja violada e procurando que, ano após ano, a qualidade das exposições seja cada vez melhor.
É pois necessário elevar o Arlequim Português ao esplendor nesta nova travessia que agora iniciou.
Os benefícios do vinagre de maçã ( Cidra )
( O vinagre de cidra ) ...
É uma combinação de mais de trinta elementos essenciais para uma boa nutrição , uma dúzia de sais minerais ( potássio, magnésio , cálcio, ferro , silício, enxofre, flúor, cloro , fósforo, sódio ), vitaminas diversas , enzimas e pectina, protetor do coração (...) O vinagre contém uma forma facilmente assimilável de ferro , vitamina B12 e ácido fólico, um elemento essencial para combater a anemia (...)"
Crônica de Saúde
" vinagre de cidra de maça, um alimento terapêutico em si
Composição do vinagre de cidra :
- Alto teor de minerais, incluindo os lotes de potássio , vitaminas, ácidos graxos essenciais ( incluindo o ácido málico ), enzimas , pectina, fibra e insolúvel;
- Sem conservantes ou outro agente que está sendo adicionado , é livre de fermento , açúcar, etc . ;
- Muito rica em potássio e outros minerais , como fósforo, cálcio, ferro, magnésio , cloro, flúor , enxofre, e muitos outros ;
- Muito rica em vitamina C e vitamina A, E e grupo B (B1 , B2 , B6, B12 ).
Maça cidra vinagre é um antibiótico natural que limpa a sujeira e os restos do corpo.
O vinagre de maçã ajuda a:
- Retardar o envelhecimento;
- Para combater a artrite por eliminar toxinas das articulações , tecidos e órgãos, para dissolver a sujeira, enquanto promove a eliminação ;
- Normalizar a urina e combater o mal-estar que se manifesta por urinar muitas vezes ;
- Aliviar transtornos digestivos;
- Verificar e normalizar os distúrbios de gordura , ajudando a destruir o excesso de gordura e facilitando o metabolismo do açúcar.
Ele também tem muitos efeitos localizados. Quando aplicado no couro cabeludo , remove até mesmo os casos mais difíceis de caspa , eczema cura e outras doenças de pele, queimaduras solares relevos, etc . Ela também pode ajudar casos de febre e mau cheiro atleta dos pés e axilas com aplicações locais de vinagre de cidra.
Outras propriedades conhecidas :
- Aperitivo , desinfetante, digestiva, harmonização, limpeza
- Prevenção das cãibras musculares ;
- Prevenção de nadadores earaches ( após o banho , lavar os ouvidos com vinagre em partes iguais de cidra e água fervida arrefecida );
- Aumento da energia vital;
- Promove e equilibra o pH do sangue, ajuda a circulação , limpa e remove mais poluentes ;
- Melhor assimilação de minerais , etc . ;
- Aumenta as enzimas e destrói bactérias nocivas ;
- Cons stress , promove o relaxamento , dormir, tomar 1 / 2 xícara de água de banho , água quente , quente, cerca de 15 minutos. - Guia de Saúde ( D.L. ) "
O vinagre de maçã que eu administrar na água de beber ao longo do ano , uma vez por semana para uma colher de sopa por litro, é usado principalmente para a sua prevenção uniquement.En efeito do pH , proventrículo, ter um efeito sobre a assimilação de proteínas por certas enzimas deve ser de um pH ácido ou seja, de 03/02 (), mas , por vezes, como as bactérias ( mégabactéries no caso de proventriculite ) alterar o pH , tornando-se muito mais neutro ( aproximando 6-7) e assim impedir a absorção de protéines.Il também ajuda a estabilizar o sistema e garante flora gástrica e intestinal perfeito intestinal.
É uma combinação de mais de trinta elementos essenciais para uma boa nutrição , uma dúzia de sais minerais ( potássio, magnésio , cálcio, ferro , silício, enxofre, flúor, cloro , fósforo, sódio ), vitaminas diversas , enzimas e pectina, protetor do coração (...) O vinagre contém uma forma facilmente assimilável de ferro , vitamina B12 e ácido fólico, um elemento essencial para combater a anemia (...)"
Crônica de Saúde
" vinagre de cidra de maça, um alimento terapêutico em si
Composição do vinagre de cidra :
- Alto teor de minerais, incluindo os lotes de potássio , vitaminas, ácidos graxos essenciais ( incluindo o ácido málico ), enzimas , pectina, fibra e insolúvel;
- Sem conservantes ou outro agente que está sendo adicionado , é livre de fermento , açúcar, etc . ;
- Muito rica em potássio e outros minerais , como fósforo, cálcio, ferro, magnésio , cloro, flúor , enxofre, e muitos outros ;
- Muito rica em vitamina C e vitamina A, E e grupo B (B1 , B2 , B6, B12 ).
Maça cidra vinagre é um antibiótico natural que limpa a sujeira e os restos do corpo.
O vinagre de maçã ajuda a:
- Retardar o envelhecimento;
- Para combater a artrite por eliminar toxinas das articulações , tecidos e órgãos, para dissolver a sujeira, enquanto promove a eliminação ;
- Normalizar a urina e combater o mal-estar que se manifesta por urinar muitas vezes ;
- Aliviar transtornos digestivos;
- Verificar e normalizar os distúrbios de gordura , ajudando a destruir o excesso de gordura e facilitando o metabolismo do açúcar.
Ele também tem muitos efeitos localizados. Quando aplicado no couro cabeludo , remove até mesmo os casos mais difíceis de caspa , eczema cura e outras doenças de pele, queimaduras solares relevos, etc . Ela também pode ajudar casos de febre e mau cheiro atleta dos pés e axilas com aplicações locais de vinagre de cidra.
Outras propriedades conhecidas :
- Aperitivo , desinfetante, digestiva, harmonização, limpeza
- Prevenção das cãibras musculares ;
- Prevenção de nadadores earaches ( após o banho , lavar os ouvidos com vinagre em partes iguais de cidra e água fervida arrefecida );
- Aumento da energia vital;
- Promove e equilibra o pH do sangue, ajuda a circulação , limpa e remove mais poluentes ;
- Melhor assimilação de minerais , etc . ;
- Aumenta as enzimas e destrói bactérias nocivas ;
- Cons stress , promove o relaxamento , dormir, tomar 1 / 2 xícara de água de banho , água quente , quente, cerca de 15 minutos. - Guia de Saúde ( D.L. ) "
O vinagre de maçã que eu administrar na água de beber ao longo do ano , uma vez por semana para uma colher de sopa por litro, é usado principalmente para a sua prevenção uniquement.En efeito do pH , proventrículo, ter um efeito sobre a assimilação de proteínas por certas enzimas deve ser de um pH ácido ou seja, de 03/02 (), mas , por vezes, como as bactérias ( mégabactéries no caso de proventriculite ) alterar o pH , tornando-se muito mais neutro ( aproximando 6-7) e assim impedir a absorção de protéines.Il também ajuda a estabilizar o sistema e garante flora gástrica e intestinal perfeito intestinal.
A importância da qualidade da água e a coccidiose
Como todos nós sabemos a água encontrada pelas aves na natureza é de pH ácido ou ligeiramente ácido. Normalmente de boa qualidade.
Pois bem, a água das nossas torneiras, muitas vezes é imprópria para consumo humano, para nós, que somos animais de grande porte. Uma ave, com 10g, não tolera os mesmos níveis de cloro e de outros contaminantes químicos e biológicos encontrados na agua que chega a nossas casas.
O organismo de uma aves, está preparado para encontrar agua a pH entre 5,5 a 6,5 e tem a necessidade tal como nós de encontrar electrólitos fundamentais ao funcionamento do seu organismo, nessa mesma água.
Assim sendo a minha sugestão é que usemos água engarrafada para as nossas aves, evitando assim a maior parte das doenças inerentes à má qualidade da água. Tais como a coccidiose.
É uma das doenças mais importantes da avicultura amadora. Não bastando o facto de que o agente cause enterite e diarreia, consequentemente, uma diminuição na absorção intestinal de nutrientes, há ainda um efeito sinérgico da coccidiose com outras doenças.
A coccidiose intestinal da ave é devida à presença de uma bactéria a Eimeriatenella. Esta produz uma afecção grave e contagiosa, causadora de perdas consideráveis. É muito resistente podendo viver de um ano para o outro sob uma forma de resistência denominada oocisto. São principalmente os animais novos os mais atacados e os menos resistentes.
A infecção faz-se por via digestiva e são as aves que comem as fezes, água ou ração contaminadas que apanham a doença.
A presença do coccidio sob a sua forma inactiva oocisto, não afecta as aves, mas se por qualquer razão como aumento do pH do esófago da ave ou aumento de humidade do aviário ou stress repentino, o coccidio tende a desenvolver-se na sua forma activa.
Para que possamos evitar isso sem a utilização de um coccidiostatico, podemos fornecer agua a um pH aceitável, ácido e todas as semanas adicionar vinagre de maçã aos bebedouros numa relação de 5ml de vinagre por litro de agua.
O vinagre de maçã, para além de nos proporcionar um ambiente acético, também funciona como um promotor da boa disposição das aves e como anti-depressivo (propriedade presente na casaca da maçã).
Pois bem, a água das nossas torneiras, muitas vezes é imprópria para consumo humano, para nós, que somos animais de grande porte. Uma ave, com 10g, não tolera os mesmos níveis de cloro e de outros contaminantes químicos e biológicos encontrados na agua que chega a nossas casas.
O organismo de uma aves, está preparado para encontrar agua a pH entre 5,5 a 6,5 e tem a necessidade tal como nós de encontrar electrólitos fundamentais ao funcionamento do seu organismo, nessa mesma água.
Assim sendo a minha sugestão é que usemos água engarrafada para as nossas aves, evitando assim a maior parte das doenças inerentes à má qualidade da água. Tais como a coccidiose.
É uma das doenças mais importantes da avicultura amadora. Não bastando o facto de que o agente cause enterite e diarreia, consequentemente, uma diminuição na absorção intestinal de nutrientes, há ainda um efeito sinérgico da coccidiose com outras doenças.
A coccidiose intestinal da ave é devida à presença de uma bactéria a Eimeriatenella. Esta produz uma afecção grave e contagiosa, causadora de perdas consideráveis. É muito resistente podendo viver de um ano para o outro sob uma forma de resistência denominada oocisto. São principalmente os animais novos os mais atacados e os menos resistentes.
A infecção faz-se por via digestiva e são as aves que comem as fezes, água ou ração contaminadas que apanham a doença.
A presença do coccidio sob a sua forma inactiva oocisto, não afecta as aves, mas se por qualquer razão como aumento do pH do esófago da ave ou aumento de humidade do aviário ou stress repentino, o coccidio tende a desenvolver-se na sua forma activa.
Para que possamos evitar isso sem a utilização de um coccidiostatico, podemos fornecer agua a um pH aceitável, ácido e todas as semanas adicionar vinagre de maçã aos bebedouros numa relação de 5ml de vinagre por litro de agua.
O vinagre de maçã, para além de nos proporcionar um ambiente acético, também funciona como um promotor da boa disposição das aves e como anti-depressivo (propriedade presente na casaca da maçã).
SARNA NAS PATAS
O tipo Knemidocoptes é um parasita que vive nos espaços na pele das pernas das nossas aves que escavam túneis. Muitos tipos de ácaros pode viver em aves (a pena no tecido subcutâneo e do trato respiratório).Causa doenças de pele e espessamento da pele, criando divisões de marfim cinza porosa e dura de modo que os dedos das aves, por vezes, tornam-se rígidas, de modo a evitar a sua aderência em abrigos, forçando-os a confiar em bases ou mesmo em terreno plano e grande fundo da gaiola.
É um ácaro que pertencem à classe Arachnida, subclasse Acari, Astigmata subordem, família e subfamília Epidermoptidae Knemidokoptnae. Este tipo de ácaro tem sido relatada em particular no Galliformes, tais como: galinhas, perus, etc. em passeriformes: tentilhões, canários, pardais, psitacídeos.Uma vez que se instala na pele de aves, não é possível percebê-las imediatamente se não no momento em que a vítima começa a ter comportamentos estranhos, tais como: coceira, estacionamento em curso de base ou sobre o fundo plano da gaiola, plumagem maçante e quebrados, perda de peso .
O ciclo de vida desse ácaro é de três semanas, algumas outras espécies são vivíparas ovíparos. Uma vez estabelecida a sua presença, temos de agir imediatamente sobre as pernas, aplicando o inseticida mais eficaz.O único que é eficaz contra este ácaro é usado Ivomec que é assim: aplicar duas ou três gotas sobre a área afetada, massagem com o polegar eo indicador, para que o pesticida é uniformemente distribuída e é absorvidos através da pele.
Recomendamos o uso de um par desses de látex para evitar contato direto com o Ivomec e do ácaro.Este processo é repetido por duas ou três vezes em intervalos de quinze dias de cada aplicação. No caso em que após esta série de intervenções, há ainda a presença de ácaros, você pode repetir o (casos excepcionais) todo.
No caso, havia uma presença maciça de espessamento da pele, pode intervir na remoção dos mesmos da seguinte forma: pré-tratamento da pele com produtos de amolecimento: óleo, glicerina pomada à base de parafina e assim por diante. por um par de dias. Numa altura em que a pele é amenizada pela ação de remoção pode ser tomado com uma tesoura, tomando cuidado para não causar lesões.
Depois de algumas semanas você já pode ver os primeiros sinais de melhora. No momento em que você descobre a presença de ácaros em um assunto, você deve controlar se todas as aves e devem ser analisados da mesma forma.
É um ácaro que pertencem à classe Arachnida, subclasse Acari, Astigmata subordem, família e subfamília Epidermoptidae Knemidokoptnae. Este tipo de ácaro tem sido relatada em particular no Galliformes, tais como: galinhas, perus, etc. em passeriformes: tentilhões, canários, pardais, psitacídeos.Uma vez que se instala na pele de aves, não é possível percebê-las imediatamente se não no momento em que a vítima começa a ter comportamentos estranhos, tais como: coceira, estacionamento em curso de base ou sobre o fundo plano da gaiola, plumagem maçante e quebrados, perda de peso .
O ciclo de vida desse ácaro é de três semanas, algumas outras espécies são vivíparas ovíparos. Uma vez estabelecida a sua presença, temos de agir imediatamente sobre as pernas, aplicando o inseticida mais eficaz.O único que é eficaz contra este ácaro é usado Ivomec que é assim: aplicar duas ou três gotas sobre a área afetada, massagem com o polegar eo indicador, para que o pesticida é uniformemente distribuída e é absorvidos através da pele.
Recomendamos o uso de um par desses de látex para evitar contato direto com o Ivomec e do ácaro.Este processo é repetido por duas ou três vezes em intervalos de quinze dias de cada aplicação. No caso em que após esta série de intervenções, há ainda a presença de ácaros, você pode repetir o (casos excepcionais) todo.
No caso, havia uma presença maciça de espessamento da pele, pode intervir na remoção dos mesmos da seguinte forma: pré-tratamento da pele com produtos de amolecimento: óleo, glicerina pomada à base de parafina e assim por diante. por um par de dias. Numa altura em que a pele é amenizada pela ação de remoção pode ser tomado com uma tesoura, tomando cuidado para não causar lesões.
Depois de algumas semanas você já pode ver os primeiros sinais de melhora. No momento em que você descobre a presença de ácaros em um assunto, você deve controlar se todas as aves e devem ser analisados da mesma forma.
PROBLEMAS QUE NOS AFECTAM A TODOS (COM NOSSAS AVES)
Todos nós enfrentamos constantemente situações em que as nossas aves apresentam um estado mais débil. Quando isso acontece é frequente cometermos um número enorme de erros. Se já lemos algumas coisas em livros da especialidade somos levados a diagnosticar o problema. Se não temos grande experiência vamos aos nossos fornecedores e tentamos apresentar os sintomas da ave para que ele nos venda um milagre. Outras vezes dizemos que a nossa ave está embolada por isto ou por aquilo nos fóruns da internet e aparecem imediatamente mil e uma soluções que provavelmente só complicarão a situação por serem desajustadas. Mas o que é mais prejudicial, é que, por conselho deste ou daquele que consideramos muito credenciado, fazemos uma prevenção das aves que não é mais do que uma intoxicação ou, o que é ainda pior, submetemos as aves a químicos que quando necessitarem já não terão o mesmo efeito. Durante todos estes anos que me dediquei à criação de canários fui também cometendo todos esses erros e chego hoje a uma conclusão. Não sei nada ou simplesmente sei pouco, no entanto uma coisa extremamente importante já aprendi. Quando uma das nossas aves apresenta um problema só uma pessoa especializada poderá encontrar a solução. E essa pessoa especializada é um veterinário. Afinal se gostamos das nossas aves e se queremos o melhor para elas, porque é que não fazemos como quase todos os criadores dos restantes animais, consultando as pessoas especializadas, para deixarmos de ser simplesmente uns curandeiros que na grande maioria das vezes apenas complicamos.
No entanto as nossas experiências serão sempre úteis e até os veterinários lucrarão com elas, na medida em que sendo as pessoas especializadas, mais facilmente entenderão as reacções que poderão surgir.
No entanto as nossas experiências serão sempre úteis e até os veterinários lucrarão com elas, na medida em que sendo as pessoas especializadas, mais facilmente entenderão as reacções que poderão surgir.
PREPARAÇÃO PARA ACASALAR
Vem ai a época de criação e todos os criadores se preocupam com a preparação dos seus reprodutores. Neste aspecto tenho que dar a mão à palmatória, pois durante muitos anos fiz a preparação ministrando anti-bióticos que considerava serem preventivos em relação a determinadas doenças. Hoje reconheço que todos os criadores, que tantas vezes contrariei, que defendem a não utilização de anti-bióticos como preventivos tinham toda a razão. Desde que deixei de intoxicar as aves comecei a obter muito melhores resultado e a ter aves mais saudáveis. Penso que este sucesso se deve em grande parte à alimentação, principalmente das fêmeas. Durante a muda e até à aproximação da reprodução, tenho as aves em espaços grandes, onde podem voar livremente e banharem-se. Neste período a alimentação é feita à base de sementes e verduras com um complemento de proteína animal. Dado o esforço que as aves têm durante a muda, regularmente administro um complexo vitamínico que seja rico em aminoácidos (essenciais para a renovação das penas). Quando de aproxima a reprodução retiro os machos das voadoras e coloco-os em gaiolas isolados, com uma alimentação normal, onde desenvolvem o cio. As fêmeas requerem mais atenção, mudando-as para voadoras mais pequenas, onde permanecem juntas. A sua alimentação é diferente pois têm de ser preparadas para a função de formação e postura dos ovos. Embora as sementes sejam a base dessa alimentação, não podem ser esquecidas as necessidades de cálcio, fósforo e proteínas, dando uma a duas vezes por semana papa, o que vou aumentando à medida que se aproxima a reprodução. Por vezes as coisas simples são as mais eficazes e naturalmente temos tendência a complicar pois queremos fazer tudo pensando que é o melhor.
Como reduzir a mortalidade durante a época de criação dos canários
São muitos os apaixonados pela canaricultura, e também são muitos os que têm problemas com a mortalidade dos seus exemplares durante a época de criação. Em certas ocasiões é bastante difícil estabelecer as causas da morte dos canários, mas na maioria das vezes tem origem no uso de práticas incorrectas. Seguindo os conselhos que adiante demonstro, conseguiremos reduzir em grande percentagem o número de baixas.
A mortalidade pode ocorrer antes do nascimento (aborto) ou logo que o jovem pássaro se tenha libertado da casca do ovo.
ABORTOS
A morte do embrião, pode acontecer nos primeiros dias da incubação, numa etapa intermédia ou nas proximidades do nascimento.
a) As alterações cromossómicas, a presença dos pesticidas, medicamentos ou toxinas e as infecções transmitidas pelos pais são causas suficientes para que o embrião morra a poucos dias para começar a incubação.
b) A morte num período intermediário do desenvolvimento pode ser devido a uma má nutrição dos pais, os quais transmitiram aquelas deficiências aos filhotes. Assim temos a carência de vitamina como a D3, K, B2, B5, B6, B12, biotina, o ácido fólico e outras substâncias como o magnésio, fósforo e o ácido linoleico, etc., que podem ser responsáveis para mortes nessa etapa. Este deficit nutricional pode ser causado indirectamente ao se abusar de antibióticos, já que estes destroem a flora digestiva capaz de sintetizar algumas das substâncias anteriores nos intestinos dos progenitores.
As infecções víricas, bacterianas e fúngicas também podem ser indicadas como responsáveis nos abortos a esta altura.
c) Finalmente a morte do canário pouco antes de nascer pode ser devido à presença de genes letais ou de alterações cromossómicas. Recordemos que na ânsia de reparar e fixar as características relacionadas à raça dos canários com que se está a trabalhar recorremos com demasiada frequência à consanguinidade, com todos os efeitos indesejáveis que isso envolve.
O défice de vitaminas como a A, D3, e K, ácido pantoténico e fólico, ou as doenças infecciosas como “famoso ponto negro” são também responsáveis pela morte do embrião.
Ás vezes o recurso a práticas tão simples como colocar banheiras aos pais para aumentar a humidade do aviário podem evitar que o passarinho fique colado dentro do ovo, já que assim ele não se conseguirá virar para romper correctamente a casca e morrerá na tentativa.
MORTE APÓS O NASCIMENTO
Em outras ocasiões a morte ocorre após o nascimento do canário.
Algumas das causas responsáveis são:
a) Abuso de antibióticos.
É prática habitual por parte de muitos canaricultores o abuso de antibióticos nos momentos precedentes à criação e durante a mesma. Com o pretexto da preparação para a reprodução os canários são bombardeados com cocktails antibióticos. Este mau uso dos medicamentos causa, em meu parecer, mais inconvenientes do que vantagens. Os efeitos indesejáveis que aparecem são:
- Imunodepressão: verifica-se que determinados antibióticos, como os tetraciclinas, deprimem o funcionamento sistema imunológico dos pássaros, com o perigo consequente de poderem estes ficar infectados por todos os agentes infecciosos oportunistas.
- Aparecimento de resistência bacteriana: em certas ocasiões as doses aplicadas são inadequadas e são usadas durante um tempo inapropriado. Isto pode provocar que as bactérias se possam tornar resistentes a estes medicamentos, de tal maneira que quando nós necessitarmos realmente de os dar, eles já não servirão.
- Transtornos digestivos: com os antibióticos não somente eliminamos as bactérias perigosas como também as bactérias benéficas, sendo estas as encarregadas de fabricar as substâncias úteis para o organismo do canário como as vitaminas.
- Aparecimento de infecções fúngicas: as bactérias e os fungos estão em equilíbrio no intestino dos pássaros, razão pela qual a eliminação de um dos grupos favorece o crescimento excessivo do outro. Por exemplo, quando se abusam de tetraciclinas é fácil que apareça a candidíase.
- Alteração do desenvolvimento embrionário: algumas substâncias como as penicilinas, tetraciclinas, cloranfenicois e as sulfamidas foram comprovadas que interferem com o desenvolvimento normal do embrião. Embora a maioria das investigações tenham sido feitas em antibióticos antigos, como os mencionados anteriormente, não se rejeita que os novos antibióticos não sejam também perigosos. O razoável nestes casos seria usar com precaução os medicamentos em fêmeas que estão a pôr.
b) Hipo ou hipervitaminose.
Pequenas carências de vitaminas nas fêmeas podem ser aumentadas durante a reprodução, principalmente se estas efectuam várias posturas. É que os níveis adequados para um adulto podem ser insuficientes para uma fêmea que esteja na postura.
Actualmente é possível encontrar casos de hipervitaminose, já que é habitual que os canaricultores acrescentem suplementos vitamínicos ás papas dos jovens que em geral já vêm comercializadas com os níveis necessários da vitamina. Este excesso vitamínico é igualmente prejudicial, assim como a sua deficiência.
c) Preparação inadequada dos alimentos.
A grande maioria dos criadores dos canários usa geralmente alimentos húmidos para favorecer a alimentação dos passarinhos por parte de seus pais. O uso de sementes germinadas, de cus-cus ou da pápas húmidas pode ser prejudicial se não estiverem preparados correctamente ou se estiverem demasiado tempo ao alcance dos pássaros. É que as altas temperaturas e a humidade favorecem o aparecimento de fungos e bolores dos alimentos, não sendo estranho que os passarinhos de muitos aviários sofram de infecções como a candidíase.
d) Higiene Deficiente.
A época do nascimento dos jovens é um estágio de muito trabalho para o canaricultor, razão pela qual às vezes a higiene é um aspecto que se esquece mais um pouco. Isto favorece as infecções bacterianas intestinais que se traduzem nas diarreias dos passarinhos
Noutras ocasiões, com a intenção de manter mais quente o aviário produz-se uma má ventilação das instalações com os consequentes problemas respiratórios (dificuldade respiratória, sinusites, etc.) nas aves.
Estas são algumas das causas da mortalidade entre os canários jovens. Lamentavelmente não são as únicas mas somente aquelas que mais facilmente podem ser evitadas. Nas situações da perda de vida generalizada é aconselhável requerer os serviços de um veterinário perito em aves.
A mortalidade pode ocorrer antes do nascimento (aborto) ou logo que o jovem pássaro se tenha libertado da casca do ovo.
ABORTOS
A morte do embrião, pode acontecer nos primeiros dias da incubação, numa etapa intermédia ou nas proximidades do nascimento.
a) As alterações cromossómicas, a presença dos pesticidas, medicamentos ou toxinas e as infecções transmitidas pelos pais são causas suficientes para que o embrião morra a poucos dias para começar a incubação.
b) A morte num período intermediário do desenvolvimento pode ser devido a uma má nutrição dos pais, os quais transmitiram aquelas deficiências aos filhotes. Assim temos a carência de vitamina como a D3, K, B2, B5, B6, B12, biotina, o ácido fólico e outras substâncias como o magnésio, fósforo e o ácido linoleico, etc., que podem ser responsáveis para mortes nessa etapa. Este deficit nutricional pode ser causado indirectamente ao se abusar de antibióticos, já que estes destroem a flora digestiva capaz de sintetizar algumas das substâncias anteriores nos intestinos dos progenitores.
As infecções víricas, bacterianas e fúngicas também podem ser indicadas como responsáveis nos abortos a esta altura.
c) Finalmente a morte do canário pouco antes de nascer pode ser devido à presença de genes letais ou de alterações cromossómicas. Recordemos que na ânsia de reparar e fixar as características relacionadas à raça dos canários com que se está a trabalhar recorremos com demasiada frequência à consanguinidade, com todos os efeitos indesejáveis que isso envolve.
O défice de vitaminas como a A, D3, e K, ácido pantoténico e fólico, ou as doenças infecciosas como “famoso ponto negro” são também responsáveis pela morte do embrião.
Ás vezes o recurso a práticas tão simples como colocar banheiras aos pais para aumentar a humidade do aviário podem evitar que o passarinho fique colado dentro do ovo, já que assim ele não se conseguirá virar para romper correctamente a casca e morrerá na tentativa.
MORTE APÓS O NASCIMENTO
Em outras ocasiões a morte ocorre após o nascimento do canário.
Algumas das causas responsáveis são:
a) Abuso de antibióticos.
É prática habitual por parte de muitos canaricultores o abuso de antibióticos nos momentos precedentes à criação e durante a mesma. Com o pretexto da preparação para a reprodução os canários são bombardeados com cocktails antibióticos. Este mau uso dos medicamentos causa, em meu parecer, mais inconvenientes do que vantagens. Os efeitos indesejáveis que aparecem são:
- Imunodepressão: verifica-se que determinados antibióticos, como os tetraciclinas, deprimem o funcionamento sistema imunológico dos pássaros, com o perigo consequente de poderem estes ficar infectados por todos os agentes infecciosos oportunistas.
- Aparecimento de resistência bacteriana: em certas ocasiões as doses aplicadas são inadequadas e são usadas durante um tempo inapropriado. Isto pode provocar que as bactérias se possam tornar resistentes a estes medicamentos, de tal maneira que quando nós necessitarmos realmente de os dar, eles já não servirão.
- Transtornos digestivos: com os antibióticos não somente eliminamos as bactérias perigosas como também as bactérias benéficas, sendo estas as encarregadas de fabricar as substâncias úteis para o organismo do canário como as vitaminas.
- Aparecimento de infecções fúngicas: as bactérias e os fungos estão em equilíbrio no intestino dos pássaros, razão pela qual a eliminação de um dos grupos favorece o crescimento excessivo do outro. Por exemplo, quando se abusam de tetraciclinas é fácil que apareça a candidíase.
- Alteração do desenvolvimento embrionário: algumas substâncias como as penicilinas, tetraciclinas, cloranfenicois e as sulfamidas foram comprovadas que interferem com o desenvolvimento normal do embrião. Embora a maioria das investigações tenham sido feitas em antibióticos antigos, como os mencionados anteriormente, não se rejeita que os novos antibióticos não sejam também perigosos. O razoável nestes casos seria usar com precaução os medicamentos em fêmeas que estão a pôr.
b) Hipo ou hipervitaminose.
Pequenas carências de vitaminas nas fêmeas podem ser aumentadas durante a reprodução, principalmente se estas efectuam várias posturas. É que os níveis adequados para um adulto podem ser insuficientes para uma fêmea que esteja na postura.
Actualmente é possível encontrar casos de hipervitaminose, já que é habitual que os canaricultores acrescentem suplementos vitamínicos ás papas dos jovens que em geral já vêm comercializadas com os níveis necessários da vitamina. Este excesso vitamínico é igualmente prejudicial, assim como a sua deficiência.
c) Preparação inadequada dos alimentos.
A grande maioria dos criadores dos canários usa geralmente alimentos húmidos para favorecer a alimentação dos passarinhos por parte de seus pais. O uso de sementes germinadas, de cus-cus ou da pápas húmidas pode ser prejudicial se não estiverem preparados correctamente ou se estiverem demasiado tempo ao alcance dos pássaros. É que as altas temperaturas e a humidade favorecem o aparecimento de fungos e bolores dos alimentos, não sendo estranho que os passarinhos de muitos aviários sofram de infecções como a candidíase.
d) Higiene Deficiente.
A época do nascimento dos jovens é um estágio de muito trabalho para o canaricultor, razão pela qual às vezes a higiene é um aspecto que se esquece mais um pouco. Isto favorece as infecções bacterianas intestinais que se traduzem nas diarreias dos passarinhos
Noutras ocasiões, com a intenção de manter mais quente o aviário produz-se uma má ventilação das instalações com os consequentes problemas respiratórios (dificuldade respiratória, sinusites, etc.) nas aves.
Estas são algumas das causas da mortalidade entre os canários jovens. Lamentavelmente não são as únicas mas somente aquelas que mais facilmente podem ser evitadas. Nas situações da perda de vida generalizada é aconselhável requerer os serviços de um veterinário perito em aves.
Domingo, 14 de Novembro de 2010
CONHECEMOS AS NOSSAS AVES?...
PIOLHO NO CANARIL
Um dos males que afectam muitos canaris, sobretudo na época das criações é, sem sombra de dúvida, o famoso piolho vermelho, (a criaturinha abaixo é uma foto retirada do site repelentebird.com.br) que literalmente arrasa com qualquer postura. De um modo geral o piolho vermelho ataca as aves durante a noite, altura em que estas se encontram a descansar e, portanto, mais acessíveis, banqueteando-se a sugar-lhes o sangue. Durante o dia este àcaro esconde-se nos intersticíos dos poleiros, nas frinchas, nos próprios comedouros, enfim em tudo que seja um espaçozinho onde se possa meter.

O mal, maior, é que por vezes um criador menos atento, ou inexperiente, tarda em dar conta destes hóspedes indesejáveis e quando dá por ela já se foi um ou dois filhotes que estavam no ninho, quando às vezes não vai também a fêmea que está a chocar.
Apesar de nos fóruns se falar constantemente deste problema e de formas, mais ou menos eficazes, de o combater, a verdade é que ainda há muita gente que não sabe o que fazer quando, aflita, vê os seus passarinhos cravejados do dito piolho!

Coincidência, ou talvez não hoje, pelas 18:00 horas, telefonou-me um senhor, do Alentejo, que não sabia o que fazer a uma praga de piolho que lhe apareceu no canaril e já lhe matara um filhote no ninho, estando outro em vias de também morrer.
A exemplo do que fiz com a papa para criação vou, aqui, dizer o que na minha opinião previne, quase a 99,9%, o aparecimento não só deste mas também de outros ácaros ou piolhos.
Como método preventivo:
- Manter as instalações e gaiolas sempre limpas (a limpeza é fundamental num canaril);
- O espaço onde colocamos os canários deve ser sempre bem arejado, sem correntes de ar;
- Por fim a prevenção, pulverizando regularmente as gaiolas (eu faço-o uma vez por semana, ou seja, sempre que faço limpeza).

Como forma de combate:
- Em caso de infestação porque, infelizmente há bastantes anos, também já me aconteceu, o meu primeiro passo é misturar uma tampa do produto Insectornis em meio litro de água e, utilizando um pulverizador, borrifar todas as gaiolas, mesmo com os progenitores e os filhotes no ninho, independentemente do tamanho que têm.
- De seguida com mais uma ou duas tampas de Insectornis faço uma pasta e pincelo as gaiolas, com particular incidência nos intersticios.
- O passo seguinte é ver os canários com piolho; tendo o cuidado de proteger os olhos da ave dou-lhe uma borrifadela pelo corpo e, nos que têm ninhos, obviamente que procedo à troca dos ninhos infestados por outros limpos. Os infestados são imediatamente metidos em lixivia e posteriormente escaldados.
- Depois destes passos nos dois dias imediatos borrifo as gaiolas e as aves próximo do anoitecer. Com sorte no terceiro dia temos o canaril livre destes hóspedes indesejáveis.
Eu, já há algum tempo que, com êxito, por altura as criações faço o seguinte:- Ao colocar os ninhos na gaiola, pulverizo a parte de plástico com um pouco de Caniaves e por cima do pó coloco o ninho de corda.
- Quando a fêmea terminou de fazer, completamente, o ninho e pôs já o primeiro ovo, ao trocá-lo pelo ovo de plástico, ponho 5 gotas, mais ou menos em cruz, de Parasita, da Bogena, no ninho e deixo a fêmea assapar. Até hoje tem sido remédio santo.
Já utilizei todos os produtos que apresento junto a esta prosa com excepção do Frontline, que sei há quem use com êxito. Enquanto me der bem com estes produtos que estou a utilizar seguirei a máxima do futebol que é: em equipa vencedora não se mexe.
Como já disse, todas as semanas pulverizo as gaiolas, com Insectornis, é que se por acaso algum malandrito por lá aparecer, além de dar cabo dele evito, com a pulverização semanal, que os ovos por ele colocados venham a eclodir e deem origem a uma infestação.
Todos os produtos que aqui refiro, passe a publicidade, comigo sempre deram resultado, mas cumpro, dentro do possível, os três passos que cito como preventivo contra as infestações. Sempre utilizei Caniaves, ainda antes de ter este nome, junto com outros insecticidas, o Tabernil foi o primeiro que utilizei, depois utilizei o Men For Sun, antes utilizei um outro cujo nome não me recordo, mas também já não existe, actualmente utilizo o Caniaves, o Parasita e o Insectornis, conforme refiro acima.
AMAS SECAS
AMAS SECAS: QUANDO, COMO E POR QUE USAR?
Sensibilidade e tecnologia. Estes são sem dúvida os dois grandes ingredientes que levam um criador ao sucesso.
Considerando que a nossa actividade é uma arte, resulta extremamente importante aplicarmos todo o nosso conhecimento junto com uma grande sensibilidade, para na hora de escolhermos os nossos reprodutores e formarmos os casais, conseguirmos o maior proveito possível do material genético disponível, de tal forma que o produto final sejam filhotes de excelente qualidade, a tal ponto de se destacarem na hora dos concursos.
Devemos aliar à nossa sensibilidade, um máximo de tecnologia, no manejo, instalações, alimentação, etc. de forma a que possamos obter também sucesso na produção e cuidado dos filhotes.
No campo tecnológico, em todas as áreas da zootecnia, ocorreram avanços verdadeiramente expressivos no que a reprodução se refere. Uma descoberta por todos conhecida de extremo valor, é a inseminação artificial, que permite multiplicar incrivelmente a prole de certos exemplares machos de alto valor genético. Desta forma, consegue-se multiplicar muito velozmente as qualidades de um exemplar excepcional. Nós criadores de pássaros, ainda não dispomos de técnicas que permitam esta prática, mas em várias espécies podemos utilizar a poligamia com os melhores machos, de forma a obtermos maior quantidade de filhotes dos melhores machos dos nosso planteis.
Uma descoberta mais recente mas não menos interessante, é a transferência embrionária, que consiste resumidamente em estimular a ovulação de fêmeas de alto padrão, fecundar esses óvulos e transferir os embriões para "amas secas" de inferior qualidade que terão como única tarefa a de criar esses filhotes de alto padrão. Desta forma, multiplica-se de maneira significativa o número de descendentes de fêmeas excepcionais.
Esta tecnologia representa uma evolução impressionante na qualidade dos planteis, chegando a resultados surpreendentes num período de temo muito reduzido.
Existe na ornitologia um exemplo típico desta prática, que é a cria do Diamante de Gould, utilizando Manons como "amas secas".
Em canaricultura, o uso de amas secas, permite da mesma forma, que possamos obter maior número de ninhadas daquelas fêmeas que mais nos interessam, desde que se utilize um manejo adequado e cuidadoso.
Como fazer um plantel de "amas secas"?
As "amas secas" devem ser fêmeas de excelente desempenho como criadeiras, independentemente da sua beleza. Para isto é recomendável que formemos um verdadeiro "plantel" com as mesmas, no qual o único critério de selecção será o comportamento reprodutivo. Quando avaliamos o comportamento reprodutivo das amas secas, não nos referimos unicamente ao fato de alimentarem bem os filhotes, mas também à ausência de qualquer desvio comportamental. Desta forma, serão eliminadas as fêmeas que rejeitam o anel, ou arrancam penas dos filhotes, etc. etc.
Em nosso canaril, iniciamos a experiência 3 anos atrás com 5 fêmeas sem raça definida, filhas de um casal de excepcional qualidade reprodutora, que nos foram presenteadas por um criador amigo. Logo no primeiro ano, elas tiveram um desempenho formidável como criadeiras e das 2 melhores, obtivemos filhotes para aumentar o número de amas secas para o ano seguinte. Desta forma, temos sucessivamente aumentado o número de fêmeas, sempre tirando filhotes das melhores "tratadeiras". Resulta extremamente importante quando tiramos filhotes de amas secas, que utilizemos machos filhos de fêmeas excepcionais criadeiras, para passar para os filhos estas qualidades.
O manejo
Diferente de outras espécies (Diamante de Gould por exemplo), no caso específico da cria de canários, temos observado que certos cuidados devem ser tomados, principalmente no que refere a evitar o desgaste das fêmeas cujos ovos são retirados para provocar uma nova postura. Quando esta prática é aplicada com frequência com a mesma fêmea, ela muitas vezes se mostra desgastada, diminuindo o número de ovos das posturas ou demorando muito para iniciar uma nova postura. Desta forma, quando retiramos os ovos de uma ninhada, deixamos que ela mesma crie os filhotes da próxima, para retirar os ovos da seguinte e assim sucessivamente.
Desta forma, consideramos que um número excessivo de amas secas, seja contraproducente, diminuindo a produção em termos quantitativos.
Consideramos que um número razoável de amas secas pode oscilar o 10% do total de fêmeas utilizadas.
O manejo propriamente dito, é muito simples. Controlamos a fertilidade dos ovos com 10 dias de choco, e transferimos os ovos cheios das fêmeas de maior interesse nesse mesmo dia, retirando o ninho para que ela "perca o choco", e recolocando o mesmo 2 dias depois para reiniciar uma nova postura.
Outras vantagens
Alem da possibilidade de obtermos maior prole mais numerosa das melhores fêmeas do nosso plantel, consideramos que as amas secas, por serem seleccionadas pela sua qualidade para tratar dos filhotes, nos oferecem uma maior garantia de sucesso no desenvolvimento dos filhos das nossas melhores reprodutoras.
Por outro lado, também utilizamos as "amas secas" para testar a fertilidade dos machos do plantel que oferecem dúvidas. Assim, quando um macho de qualidade não "enche ovos" numa ninhada, colocamos o mesmo com uma ama seca para testar novamente a sua fertilidade, sem riscos. Quando o mesmo começa a fecundar os ovos, ele é reintroduzido no plantel.
O tema é interessante; alguns aprovam esta prática e outros não. Nós testamos, aprovamos e esperamos termos contribuído para que você tire as suas próprias conclusões. Boa sorte!!!!!
Sensibilidade e tecnologia. Estes são sem dúvida os dois grandes ingredientes que levam um criador ao sucesso.
Considerando que a nossa actividade é uma arte, resulta extremamente importante aplicarmos todo o nosso conhecimento junto com uma grande sensibilidade, para na hora de escolhermos os nossos reprodutores e formarmos os casais, conseguirmos o maior proveito possível do material genético disponível, de tal forma que o produto final sejam filhotes de excelente qualidade, a tal ponto de se destacarem na hora dos concursos.
Devemos aliar à nossa sensibilidade, um máximo de tecnologia, no manejo, instalações, alimentação, etc. de forma a que possamos obter também sucesso na produção e cuidado dos filhotes.
No campo tecnológico, em todas as áreas da zootecnia, ocorreram avanços verdadeiramente expressivos no que a reprodução se refere. Uma descoberta por todos conhecida de extremo valor, é a inseminação artificial, que permite multiplicar incrivelmente a prole de certos exemplares machos de alto valor genético. Desta forma, consegue-se multiplicar muito velozmente as qualidades de um exemplar excepcional. Nós criadores de pássaros, ainda não dispomos de técnicas que permitam esta prática, mas em várias espécies podemos utilizar a poligamia com os melhores machos, de forma a obtermos maior quantidade de filhotes dos melhores machos dos nosso planteis.
Uma descoberta mais recente mas não menos interessante, é a transferência embrionária, que consiste resumidamente em estimular a ovulação de fêmeas de alto padrão, fecundar esses óvulos e transferir os embriões para "amas secas" de inferior qualidade que terão como única tarefa a de criar esses filhotes de alto padrão. Desta forma, multiplica-se de maneira significativa o número de descendentes de fêmeas excepcionais.
Esta tecnologia representa uma evolução impressionante na qualidade dos planteis, chegando a resultados surpreendentes num período de temo muito reduzido.
Existe na ornitologia um exemplo típico desta prática, que é a cria do Diamante de Gould, utilizando Manons como "amas secas".
Em canaricultura, o uso de amas secas, permite da mesma forma, que possamos obter maior número de ninhadas daquelas fêmeas que mais nos interessam, desde que se utilize um manejo adequado e cuidadoso.
Como fazer um plantel de "amas secas"?
As "amas secas" devem ser fêmeas de excelente desempenho como criadeiras, independentemente da sua beleza. Para isto é recomendável que formemos um verdadeiro "plantel" com as mesmas, no qual o único critério de selecção será o comportamento reprodutivo. Quando avaliamos o comportamento reprodutivo das amas secas, não nos referimos unicamente ao fato de alimentarem bem os filhotes, mas também à ausência de qualquer desvio comportamental. Desta forma, serão eliminadas as fêmeas que rejeitam o anel, ou arrancam penas dos filhotes, etc. etc.
Em nosso canaril, iniciamos a experiência 3 anos atrás com 5 fêmeas sem raça definida, filhas de um casal de excepcional qualidade reprodutora, que nos foram presenteadas por um criador amigo. Logo no primeiro ano, elas tiveram um desempenho formidável como criadeiras e das 2 melhores, obtivemos filhotes para aumentar o número de amas secas para o ano seguinte. Desta forma, temos sucessivamente aumentado o número de fêmeas, sempre tirando filhotes das melhores "tratadeiras". Resulta extremamente importante quando tiramos filhotes de amas secas, que utilizemos machos filhos de fêmeas excepcionais criadeiras, para passar para os filhos estas qualidades.
O manejo
Diferente de outras espécies (Diamante de Gould por exemplo), no caso específico da cria de canários, temos observado que certos cuidados devem ser tomados, principalmente no que refere a evitar o desgaste das fêmeas cujos ovos são retirados para provocar uma nova postura. Quando esta prática é aplicada com frequência com a mesma fêmea, ela muitas vezes se mostra desgastada, diminuindo o número de ovos das posturas ou demorando muito para iniciar uma nova postura. Desta forma, quando retiramos os ovos de uma ninhada, deixamos que ela mesma crie os filhotes da próxima, para retirar os ovos da seguinte e assim sucessivamente.
Desta forma, consideramos que um número excessivo de amas secas, seja contraproducente, diminuindo a produção em termos quantitativos.
Consideramos que um número razoável de amas secas pode oscilar o 10% do total de fêmeas utilizadas.
O manejo propriamente dito, é muito simples. Controlamos a fertilidade dos ovos com 10 dias de choco, e transferimos os ovos cheios das fêmeas de maior interesse nesse mesmo dia, retirando o ninho para que ela "perca o choco", e recolocando o mesmo 2 dias depois para reiniciar uma nova postura.
Outras vantagens
Alem da possibilidade de obtermos maior prole mais numerosa das melhores fêmeas do nosso plantel, consideramos que as amas secas, por serem seleccionadas pela sua qualidade para tratar dos filhotes, nos oferecem uma maior garantia de sucesso no desenvolvimento dos filhos das nossas melhores reprodutoras.
Por outro lado, também utilizamos as "amas secas" para testar a fertilidade dos machos do plantel que oferecem dúvidas. Assim, quando um macho de qualidade não "enche ovos" numa ninhada, colocamos o mesmo com uma ama seca para testar novamente a sua fertilidade, sem riscos. Quando o mesmo começa a fecundar os ovos, ele é reintroduzido no plantel.
O tema é interessante; alguns aprovam esta prática e outros não. Nós testamos, aprovamos e esperamos termos contribuído para que você tire as suas próprias conclusões. Boa sorte!!!!!
EVITANDO OS ANTIBÍOTICOS
O uso indiscriminado de antibióticos na cria de pássaros e principalmente na época de cria é algo quase que alarmante. Muitos criadores os utilizam de forma sistemática e rotineira, com o objetivo de "bloquear" a entrada de germes patogênicos que possam causar baixas principalmente nos filhotes. Outros, quando aparece alguma mortandade, recorrem imediatamente a um antibiótico para tentar erradicar o mal. Recorre-se portanto ao último recurso, sem o auxilio de algum profissional da área sem antes ter se tentado exaustivamente outros métodos preventivos de significativa importância. A intenção é das melhores. Evitar a mortandade, proteger a saúde dos planteis e desta forma aumentar a produção. A grande pergunta quando chegamos a este ponto, é: será que quando lançamos mão do último recurso ( o uso de antibióticos) já fizemos efetivamente tudo que estava ao nosso alcance para evitar que a doença se instalasse? Será que o simples fornecimento de antibióticos via oral poderá definitivamente "varrer" o germe instalado? Desejo antes de mais nada, esclarecer que estas reflexões não tem o menor intuito de invadir o campo veterinário, mas simplesmente analisar do ponto de vista do nosso manejo qual seria o melhor caminho para que nós criadores pudéssemos atingir um nível mais elevado de sanidade e produtividade.
A nossa proposta consiste em utilizar todos os meios possíveis ao nosso alcance para prevenir a entrada de germes patogênicos na criação e deixar o uso de antibióticos como sendo o último recurso a ser utilizado e dentro do possível, com a ajuda de um médico veterinário especializado que possa nos orientar sobre a forma e o principio ativo mais adequado para cada situação.
As infestações podem vir por bactérias, fungos, vírus, ou parasitas. Todas elas se transmitem das mais diversas formas e cabe a nós bloquearmos a entrada destes seres aos nossos planteis.
Medidas preventivas existem inúmeros aliados na prevenção de doenças infecto-contagiosas para tentarmos prevenir "surpresas desagradáveis". Alguns extremamente simples, outros de alta tecnologia.
Vejamos algumas delas que consideramos interessantes:
Renovação do ar
O simples fato de renovarmos o ar do nosso canaril, será de por si só, um grande aliado. Onde existe uma super população de indivíduos, também existirá uma superpopulação de microorganismos por eles gerados. Se deixarmos o ar confinado, esses microorganismos aumentarão a sua concentração de forma perigosa e preocupante. A renovação do ar é uma forma simples de "varrermos" o ar contaminado do interior das instalações permitindo a entrada de ar puro isento de microorganismos indesejados.
Entrada do sol
O sol é um germicida eficaz e reconhecido, alem de ser fundamental fonte de energia, favorecimento da absorção da vitamina D, etc.
Higiene
De fundamental importância, este tema é extremamente complexo e de larga abrangeria. A eliminação dos germes de forma direta, eliminando sujeiras, materiais orgânicos, etc. Esta pratica pode ser feita com inúmeros produtos desinfetantes existentes na praça, mas deve se tomar extremo cuidado no sentido de que muitos deles apresentam toxicidade para as aves.
A nossa proposta consiste em utilizar todos os meios possíveis ao nosso alcance para prevenir a entrada de germes patogênicos na criação e deixar o uso de antibióticos como sendo o último recurso a ser utilizado e dentro do possível, com a ajuda de um médico veterinário especializado que possa nos orientar sobre a forma e o principio ativo mais adequado para cada situação.
As infestações podem vir por bactérias, fungos, vírus, ou parasitas. Todas elas se transmitem das mais diversas formas e cabe a nós bloquearmos a entrada destes seres aos nossos planteis.
Medidas preventivas existem inúmeros aliados na prevenção de doenças infecto-contagiosas para tentarmos prevenir "surpresas desagradáveis". Alguns extremamente simples, outros de alta tecnologia.
Vejamos algumas delas que consideramos interessantes:
Renovação do ar
O simples fato de renovarmos o ar do nosso canaril, será de por si só, um grande aliado. Onde existe uma super população de indivíduos, também existirá uma superpopulação de microorganismos por eles gerados. Se deixarmos o ar confinado, esses microorganismos aumentarão a sua concentração de forma perigosa e preocupante. A renovação do ar é uma forma simples de "varrermos" o ar contaminado do interior das instalações permitindo a entrada de ar puro isento de microorganismos indesejados.
Entrada do sol
O sol é um germicida eficaz e reconhecido, alem de ser fundamental fonte de energia, favorecimento da absorção da vitamina D, etc.
Higiene
De fundamental importância, este tema é extremamente complexo e de larga abrangeria. A eliminação dos germes de forma direta, eliminando sujeiras, materiais orgânicos, etc. Esta pratica pode ser feita com inúmeros produtos desinfetantes existentes na praça, mas deve se tomar extremo cuidado no sentido de que muitos deles apresentam toxicidade para as aves.
Existe um produto novo e verdadeiramente revolucionário de fabricação inglesa chamado Virkon que elimina vírus, bactérias, fungos e esporas, permite a fumigação direta nos animais, filhotes, ovos, etc. que ajuda sensivelmente neste sentido.
Vestiário
O nosso vestiário, mãos, cabelos, etc., são verdadeiros portadores de microorganismos. Resulta para nós criadores, muito difícil a realização de uma assepsia completa antes de entrar no canaril. De todas formas resulta fundamental a utilização de pediluvio para desinfeção da sola dos sapatos, e a desinfeção das mão antes da entrada no criatório.
Vacinação
Existe uma doença especificamente transmitida por vírus (canari pox) chamada popularmente de bouba que pode ser prevenida vacinando todos os animais anualmente. Considerando que é contra-indicada a sua aplicação em filhotes com menos de 60 dias, geralmente é aplicada quando os últimos filhotes chegam a essa idade.
Quarentena
Quando ingressamos reprodutores trazidos de fora, além de novas características genéticas, podemos estar trazendo novos germes que possam afetar nossos planteis, de forma que resulta recomendável uma fumigação, e coloca-los numa instalação separada que nos permita observar seu estado de saúde por aproximadamente 30 dias e tomar as devidas medidas caso verifiquemos alguma anormalidade na saúde deles. Esta quarentena também pode ser utilizada para isolar exemplares do nosso plantel com problemas de saúde.
Estas são apenas algumas das medidas que poderão evitar dores de cabeça, despesas desnecessárias, uso incorreto de medicamentos, e finalmente, a morte dos nossos pássaros que tanto nos desanima. O uso de antibióticos, antimicóticos, etc. nunca está descartado, mas sempre sendo o último recurso e com o acompanhamento de pessoas profissionalmente capacitadas para indicar o produto certo, dosagem, etc. Boa sorte!
Vestiário
O nosso vestiário, mãos, cabelos, etc., são verdadeiros portadores de microorganismos. Resulta para nós criadores, muito difícil a realização de uma assepsia completa antes de entrar no canaril. De todas formas resulta fundamental a utilização de pediluvio para desinfeção da sola dos sapatos, e a desinfeção das mão antes da entrada no criatório.
Vacinação
Existe uma doença especificamente transmitida por vírus (canari pox) chamada popularmente de bouba que pode ser prevenida vacinando todos os animais anualmente. Considerando que é contra-indicada a sua aplicação em filhotes com menos de 60 dias, geralmente é aplicada quando os últimos filhotes chegam a essa idade.
Quarentena
Quando ingressamos reprodutores trazidos de fora, além de novas características genéticas, podemos estar trazendo novos germes que possam afetar nossos planteis, de forma que resulta recomendável uma fumigação, e coloca-los numa instalação separada que nos permita observar seu estado de saúde por aproximadamente 30 dias e tomar as devidas medidas caso verifiquemos alguma anormalidade na saúde deles. Esta quarentena também pode ser utilizada para isolar exemplares do nosso plantel com problemas de saúde.
Estas são apenas algumas das medidas que poderão evitar dores de cabeça, despesas desnecessárias, uso incorreto de medicamentos, e finalmente, a morte dos nossos pássaros que tanto nos desanima. O uso de antibióticos, antimicóticos, etc. nunca está descartado, mas sempre sendo o último recurso e com o acompanhamento de pessoas profissionalmente capacitadas para indicar o produto certo, dosagem, etc. Boa sorte!
Repolho
Hoje trago ao vosso conhecimento um dos vegetais que deveremos incluir regularmente na alimentação dos nossos canários.
ORIGEM
Oriunda das regiões do Mar Mediterrâneo.
TIPOS
- Couve simples (Manteiga ou Mineira)
- Couve-de-Bruxelas
- Couve-Flor
COMPOSIÇÃO
Em 100 gramas, encontramos:
- Proteínas = 4 g
- Cálcio = 31 mg (Atenção: Tanto quanto o leite de vaca)
- Fósforo = 77 mg
- Ferro = 1,1mg
- Sódio = 9 mg
- Potássio = 411 mg
- Vitaminas: - A (Betacaroteno); - Complexo B; - C; - K
- Celulose
- Fibras (mais nos talos)
- Ácido Fólico (Vit. B9)
- Bioflavonóides
VALOR CALÓRICO
100 gramas de couve simples crua apresentam 25 calorias
Benefícios
- Excelente fonte de betacaroteno e vitamina C e E.
- Boa fonte de ácido fólico (vit. B9), cálcio, ferro e potássio.
- Contém bioflavonóides e outras substâncias que protegem contra o câncer.
A couve
Como outros membros da família dos repolhos - é excelente fonte de vitamina C e Betacaroteno, que o corpo humano transforma em vitamina A. De fato, uma xícara de couve contém o dobro das necessidades diárias desses nutrientes. Outros nutrientes encontrados numa xícara de couve são 5mg de vitamina E, 30 mcg (microgramas) de folato, 135 mg de cálcio, 2 mg de ferro e 450 mg de potássio. Também fornece mais de 1g de fibras com apenas 50 calorias, o que torna a couve um alimento muito nutritivo, altamente recomendado para quem se preocupa com o peso.
Além disso, a couve contém mais ferro e cálcio que quase qualquer outra verdura; seu alto teor de vitamina C aumenta a capacidade de absorção destes minerais pelo organismo. Servir couve com molho de limão ou com outras frutas cítricas na mesma refeição acelera a absorção de ferro e cálcio.
Os bioflavonóides, carotenóides e outros componentes que combatem o câncer estão presentes em grande quantidade na couve. Ela também contém indóis, compostos que podem diminuir o potencial cancerígeno do estrogênio e induzir a produção de enzimas que protegem contra doenças.
Espinafres
Espinafre-da-nova-zelândia - Tetragonia tetragonoides

O espinafre-da-nova-zelândia apresenta ramagem erecta a prostrada, suculenta, ramificada, lenhosa na base e de cor verde brilhante. As folhas são igualmente carnosas, de formato triangular, dispostas alternas e de verde mais escuro e tamanho menor do que o espinafre-verdadeiro. As inflorescênias são axilares, com uma a três flores, que podem ser unisexuadas ou bissexuadas, de cor verde a amarela. Os frutos são do tipo drupa, indeiscentes, com pequenos chifres.
Esta espécie de espinafre, a despeito de pertencer a outra família botânica, é utilizada da mesma forma que o espinafre-verdadeiro.
Þ O espinafre-da-nova-zelândia tem pouquíssimas calorias (14 kcal) e é rico em vitaminas e minerais.
Þ Ele é uma uma óptima fonte de vitamina A (4400 UI), C (30 mg), riboflavina (0,1 mg), B6 (0,3 mg), cálcio (58 mg), ferro (0,8 mg), magnésio (39 mg), cobre (0,1 mg) e manganês (0,6 mg), além de conter boas quantidades de tiamina, niacina (0,5 mg), ácido pantotênico (0,3 mg), fósforo (28 mg), potássio (130 mg) e zinco (0,4 mg).
* Quantidades em 100 gramas da planta crua.
Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Apesar de tolerar uma ampla faixa climática, o espinafre-da-nova-zelândia aprecia o clima ameno (temperatura óptima: 21ºC), produzindo mais nestas condições. Multiplica-se facilmente por sementes. O espaçamento entre as plantas deve ser de 50 cm. O ciclo do plantio até a colheita é de cerca de 70 dias.
Espinafre - Spinacia oleracea
O espinafre apresenta folhas simples, basais ou alternas, ovais a triangulares, maiores próximo a base da planta e menores nas extremidades. Suas flores são discretas, amarelo-esverdeadas, sendo que nas plantas masculinas surgem em inflorescências terminais, do tipo espiga, e nas plantas femininas, são sésseis e surgem nas axilas das folhas. Os frutos são do tipo aquênio.
Foram desenvolvidas muitas variedades de espinafres, que se dividem em três tipos principais:
Þ Savoy (de folhas verde-escuras e crespas, sendo o tipo mais vendido fresco em molhos):
Folha plana e lisa (de folhas maiores, arredondas, planas, lisas e mais fáceis de limpar, utilizadas principalmente na indústria de alimentos);
Þ Semi-savoy (tipo híbrido, de folhas crespas porém mais fáceis de limpar, é cultivado tanto para consumo in natura como para a indústria);
As cultivares mais antigas tendem a ter um sabor mais amargo e as folhas mais escuras, além de serem mais sensíveis ao calor, florescendo mais rapidamente. Já as cultivares modernas, apresentam sabor mais suave, folhas mais largas e sementes arredondadas, além de serem mais precoces e demorarem mais a florescer.
Os espinafres são uma fonte altamente concentrada de carotenóides, incluindo betacaroteno - a forma vegetal da vitamina A.
O espinafre é uma verdura que tem alto valor nutritivo. Possui minerais como Ferro, Cálcio e Fósforo e vitaminas A e do Complexo B. O Ferro é muito importante para a formação de sangue, e o Cálcio e o Fósforo participam da formação dos ossos e dentes, construção muscular e coagulação do sangue
Também são uma fonte rica de luteína, um pigmento carotenóide com efeitos antioxidantes.
Um estudo da Harvard Medical School , realizado em 1994, revela que uma dieta rica em carotenos reduz o risco de degenerescência muscular relacionada com a idade, causa vulgar de cegueira nas pessoas idosas. Este problema, provocado por uma deterioração da zona central da retina, parecia ter menos probabilidades de se desenvolver em pessoas que consumiam grandes quantidades de legumes de folha verde.
Os espinafres são também uma fonte útil de ácido fólico, muito recomendado durante a gravidez para prevenção da espinha bífida.
Do mesmo modo, a sabedoria da medicina tradicional revela-se através de algumas utilizações dos espinafres, como nos casos de hipertensão arterial, anemia e prisão de ventre. Na verdade, este legume é uma boa fonte de potássio, facto hoje reconhecido pelos médicos como elemento importante na regulação da tensão arterial.
VALOR NUTICIONAL
O espinafre é uma hortaliça com enorme valor fisiológico e nutritivo, bastante rico em vitaminas, minerais em forma de sais, clorofila, oligoelementos e fermentos:
ü 100g de espinafre contêm
Þ 93 g de água;
Þ 2,3 g de proteínas;
Þ 0,3 g de gordura
Þ 1,8 g de hidratos de carbono
ü 100g de espinafre fornecem 24 calorias.
Também contém quercitina, um fitoquímico com propriedades antioxidantes, vitamina K, magnésio e manganésio.
INCONVENIENTES
Os benefícios nutricionais dos espinafres são contrariados pela sua elevada concentração de ácido oxálico. Este combina-se com o ferro e cálcio dos espinafres, reduzindo a sua absorção - a quantidade de ferro que pode ser absorvida é consideravelmente diminuída, e apenas uma fracção do teor de cálcio do espinafre pode ser utilizado pelo organismo. Isto levou a que se afirmasse que comer espinafres afectaria a absorção do cálcio em geral - mas estudos efectuados revelaram que teriam de ser ingeridas quantidades maciças deste legume para que a interferência do ácido oxálico se tornasse num problema grave.

- Nome Científico: Tetragonia tetragonoides
- Sinonímia: Tetragonia expansa
- Nome Popular: Espinafre-da-nova-zelândia, Espinafre
- Família: Aizoaceae
- Divisão: Angiospermae
- Origem: Nova Zelândia
- Ciclo de Vida: Anual
O espinafre-da-nova-zelândia apresenta ramagem erecta a prostrada, suculenta, ramificada, lenhosa na base e de cor verde brilhante. As folhas são igualmente carnosas, de formato triangular, dispostas alternas e de verde mais escuro e tamanho menor do que o espinafre-verdadeiro. As inflorescênias são axilares, com uma a três flores, que podem ser unisexuadas ou bissexuadas, de cor verde a amarela. Os frutos são do tipo drupa, indeiscentes, com pequenos chifres.
Esta espécie de espinafre, a despeito de pertencer a outra família botânica, é utilizada da mesma forma que o espinafre-verdadeiro.
Þ O espinafre-da-nova-zelândia tem pouquíssimas calorias (14 kcal) e é rico em vitaminas e minerais.
Þ Ele é uma uma óptima fonte de vitamina A (4400 UI), C (30 mg), riboflavina (0,1 mg), B6 (0,3 mg), cálcio (58 mg), ferro (0,8 mg), magnésio (39 mg), cobre (0,1 mg) e manganês (0,6 mg), além de conter boas quantidades de tiamina, niacina (0,5 mg), ácido pantotênico (0,3 mg), fósforo (28 mg), potássio (130 mg) e zinco (0,4 mg).
* Quantidades em 100 gramas da planta crua.
Deve ser cultivado sob sol pleno, em solo fértil, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Apesar de tolerar uma ampla faixa climática, o espinafre-da-nova-zelândia aprecia o clima ameno (temperatura óptima: 21ºC), produzindo mais nestas condições. Multiplica-se facilmente por sementes. O espaçamento entre as plantas deve ser de 50 cm. O ciclo do plantio até a colheita é de cerca de 70 dias.
Espinafre - Spinacia oleracea
- Nome Científico: Spinacia oleracea
- Sinonímia: Spinacea oleracea
- Nome Popular: Espinafre, Espinafre-verdadeiro, Espinafre-japonês
- Família: Amaranthaceae
- Divisão: Angiospermae
- Origem: Ásia
- Ciclo de Vida: Anual
O espinafre apresenta folhas simples, basais ou alternas, ovais a triangulares, maiores próximo a base da planta e menores nas extremidades. Suas flores são discretas, amarelo-esverdeadas, sendo que nas plantas masculinas surgem em inflorescências terminais, do tipo espiga, e nas plantas femininas, são sésseis e surgem nas axilas das folhas. Os frutos são do tipo aquênio.
Foram desenvolvidas muitas variedades de espinafres, que se dividem em três tipos principais:
Þ Savoy (de folhas verde-escuras e crespas, sendo o tipo mais vendido fresco em molhos):
Folha plana e lisa (de folhas maiores, arredondas, planas, lisas e mais fáceis de limpar, utilizadas principalmente na indústria de alimentos);
Þ Semi-savoy (tipo híbrido, de folhas crespas porém mais fáceis de limpar, é cultivado tanto para consumo in natura como para a indústria);
As cultivares mais antigas tendem a ter um sabor mais amargo e as folhas mais escuras, além de serem mais sensíveis ao calor, florescendo mais rapidamente. Já as cultivares modernas, apresentam sabor mais suave, folhas mais largas e sementes arredondadas, além de serem mais precoces e demorarem mais a florescer.
Os espinafres são uma fonte altamente concentrada de carotenóides, incluindo betacaroteno - a forma vegetal da vitamina A.
O espinafre é uma verdura que tem alto valor nutritivo. Possui minerais como Ferro, Cálcio e Fósforo e vitaminas A e do Complexo B. O Ferro é muito importante para a formação de sangue, e o Cálcio e o Fósforo participam da formação dos ossos e dentes, construção muscular e coagulação do sangue
Também são uma fonte rica de luteína, um pigmento carotenóide com efeitos antioxidantes.
Um estudo da Harvard Medical School , realizado em 1994, revela que uma dieta rica em carotenos reduz o risco de degenerescência muscular relacionada com a idade, causa vulgar de cegueira nas pessoas idosas. Este problema, provocado por uma deterioração da zona central da retina, parecia ter menos probabilidades de se desenvolver em pessoas que consumiam grandes quantidades de legumes de folha verde.
Os espinafres são também uma fonte útil de ácido fólico, muito recomendado durante a gravidez para prevenção da espinha bífida.
Do mesmo modo, a sabedoria da medicina tradicional revela-se através de algumas utilizações dos espinafres, como nos casos de hipertensão arterial, anemia e prisão de ventre. Na verdade, este legume é uma boa fonte de potássio, facto hoje reconhecido pelos médicos como elemento importante na regulação da tensão arterial.
VALOR NUTICIONAL
O espinafre é uma hortaliça com enorme valor fisiológico e nutritivo, bastante rico em vitaminas, minerais em forma de sais, clorofila, oligoelementos e fermentos:
ü 100g de espinafre contêm
Þ 93 g de água;
Þ 2,3 g de proteínas;
Þ 0,3 g de gordura
Þ 1,8 g de hidratos de carbono
ü 100g de espinafre fornecem 24 calorias.
Também contém quercitina, um fitoquímico com propriedades antioxidantes, vitamina K, magnésio e manganésio.
INCONVENIENTES
Os benefícios nutricionais dos espinafres são contrariados pela sua elevada concentração de ácido oxálico. Este combina-se com o ferro e cálcio dos espinafres, reduzindo a sua absorção - a quantidade de ferro que pode ser absorvida é consideravelmente diminuída, e apenas uma fracção do teor de cálcio do espinafre pode ser utilizado pelo organismo. Isto levou a que se afirmasse que comer espinafres afectaria a absorção do cálcio em geral - mas estudos efectuados revelaram que teriam de ser ingeridas quantidades maciças deste legume para que a interferência do ácido oxálico se tornasse num problema grave.
Comer espinafres (e outros alimentos com quantidades significativas de ácido oxálico, como ruibarbo, por exemplo), ao mesmo tempo que fornece suplementos de vitamina C, pode agravar a formação de cálculos, ou pedras, de oxalato nos rins e na bexiga. Estes surgem devido à acumulação de depósitos de oxalato em pessoas mais susceptíveis. Os espinafres também podem conter níveis elevados de nitratos, tema de muitos debates recentes no seio da Comunidade Europeia.
Aveia
No norte da Europa, desde há muitos séculos que se consome aveia. É o cereal tradicional do norte das Ilhas Britânicas, nomeadamente na Escócia e Irlanda, mas também na Inglaterra. Actualmente este cereal começa a fazer parte da alimentação de povos de todo o mundo. A aveia é considerada um cereal dos países frios e húmidos, pois aumenta a resistência do organismo ao frio.
- Este cereal é rico em minerais como o magnésio, o fósforo e o cálcio, responsáveis pela formação de ossos e dentes saudáveis.
- É igualmente rico em vitaminas B1, B2, B5, D, PP, provitamina A, E e niacina.
- Contém ainda 13,5% de proteínas, nestas se incluindo o glúten, gorduras (7%), hidratos de carbono complexos, que são absorvidos lentamente pelo organismo, proporcionando uma taxa constante de glicose no sangue, e silício.
É um alimento de fácil digestão, pelo que é aconselhado a pessoas com intensa ou baixa actividade física ou intelectual.
Devido ao seu conteúdo de fibras ajuda também a regular os níveis de glicose no sangue e o apetite, o que beneficia o controlo de peso, a cardiopatia e a diabetes.
As fibras solúveis são igualmente benéficas para controlar o colesterol e proporcionar um bom funcionamento intestinal.
A aveia é recomendada principalmente a crianças ou idosos em convalescença, desnutridos, em casos de arteriosclerose e de níveis elevados de colesterol. Estudos recentes concluíram que o consumo diário de aveia integral pode reduzir a tensão arterial. Em pacientes hipertensos, que estejam a ser medicados para esta redução, o consumo de aveia integral pode ajudar a diminuir as doses dos medicamentos tomados.
Pelo que lemos atrás numa descrição do uso da aveia pelos humanos, será um alimento de grande utilidade nutritiva para que as nossas aves se encontrem sempre de boa saúde.
Pelo que lemos atrás numa descrição do uso da aveia pelos humanos, será um alimento de grande utilidade nutritiva para que as nossas aves se encontrem sempre de boa saúde.
Outra alternativa será a utilização do levedo ou levedura de cerveja, que como será do conhecimento de todos é um derivado da aveia.
Bróculo
O nome “bróculo” deriva da palavra latina “Brachium”, o que significa braço ou sucursal, um reflexo da sua forma ramificada caracterizada por uma cabeça compacta de ramos unificados por pequenas hastes e um caule mais espesso.
Devido às suas diferentes componentes, este legume fornece uma grande complexidade de sabores e texturas, variando de macio (os ramos) para fibroso ou crocante (as hastes e caule). A sua cor pode variar de sálvia a verde escuro ou verde púrpura, dependendo da variedade. Um dos mais populares tipos de bróculos é conhecido como “calabrese”, baptizado com o nome da província italiana da Calábria onde primeiro se originou este tipo de bróculos.
Existem outros produtos hortícolas, que embora mais raros, estão também relacionados com os bróculos, como os “broccolini”, uma mistura entre bróculos e couve, e a “flor de bróculos”, um cruzamento entre couve flor e bróculos. Os rebentos de bróculos também se tornaram muito populares recentemente, na sequência de uma investigação onde se descobriu a sua alta concentração de sulforafanos, um fitonutriente benéfico na luta contra o cancro.
Muda
"Os canários deixam de cantar, ficam doentes e podem morrer se não se lhes presta a atenção necessária." Não concordo que a muda seja considerada uma doença mas concordo que se não forem tomadas certas precauções, os canários podem morrer.A muda faz parte do ciclo anual da ave podendo mesmo dizer-se que é a última fase de um ciclo reprodutivo. Ocorre em Portugal em fins de Julho, Agosto e Setembro, e no Brasil (e penso que também no resto da América Latina), em Janeiro e Fevereiro. A substituição de todas as penas debilita as aves e, normalmente, os machos deixam por completo de cantar. No primeiro ano, as penas das asas e da cauda não são substituídas (rémiges e rectrizes). A substituição das penas deve ser gradual sendo umas substituídas por outras sem apresentar nenhuma parte do corpo completamente desprovida de penas. Como a ave se encontra debilitada devem ser redobrados os cuidados com correntes de ar e mudanças bruscas de temperatura.
Durante a muda a alimentação deve ser equilibrada não esquecendo as vitaminas, minerais e aminoácidos. É durante a muda que se normalmente de administram certas papas para melhorar a cor dos canários. Como estas papas são demasiado ricas em gorduras é necessário tomar atenção às quantidades e à qualidade dessas papas. As cores depositadas nas penas durante a época da muda mantêm-se até à próxima muda.
Uma das coisas em que parece não haver consenso é o banho durante a muda. Muitas pessoas afirmam que atrasa a muda e pode causar problemas. Tenho observado os meus canários e eles adoram tomar banho mesmo quando estão na fase de mudança de penas. Não notei nunca que isso lhes fosse prejudicial. Se as aves estão habituadas a banhar-se penso que devem continuar a faze-lo mesmo durante a muda.
Nesta fase, devem as aves gozar de mais espaço para poderem voar e fortificar os seus músculos.
Terminada a muda, os machos recomeçam a cantar, é a melhor altura para se decidir quais as aves a manter. É também a melhor altura para se comprar novos canários.
Quando a muda aparece fora de época tal pode dever-se a uma exposição prolongada a calor excessivo, a uma dieta inadequada ou até a um ataque de ácaros. Nestes casos podemos falar em doença.
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